Há algum tempo o Japão tem atraído os olhares do resto do mundo para a profusão de criatividade dos seus jovens, que inventam e reiventam a roupa que vestem. Trabalhos como o da Fruits, que era uma espécie de fanzine e depois se tornou uma publicação linda da editora londrina Phaidon, assim como a publicação Gothic & Lolita, da mesma editora, são prazeres estéticos para quem curte Moda, comportamento, cultura.
A novidade agora é a nova proposta dos japinhas: o movimento "no logo", que aposta em roupas sem grife, mas com muito estilo e bom acabamento. Nessa onda, cabem o artesanal, o "feito-por-mim-mesmo/a", enfim, a roupa tem, textualmente, a cara (e mãos) de quem a veste.
Vale a pena ler a matéria publicada hoje no site do Yahoo. Para lê-la, é só clicar aqui. Boa leitura!
A novidade agora é a nova proposta dos japinhas: o movimento "no logo", que aposta em roupas sem grife, mas com muito estilo e bom acabamento. Nessa onda, cabem o artesanal, o "feito-por-mim-mesmo/a", enfim, a roupa tem, textualmente, a cara (e mãos) de quem a veste.
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